9 de maio de 2013

Trilha Sonora: São Paulo a pior Libertadores de todos os tempos


 Os torcedores dos times adversários estão aproveitando para tirar sarro ( e com razão) do São Paulo Futebol Clube, meu time tão glorioso, tão dono da América, cheio de orgulho de seu goleiro e capitão, tão feliz com a volta do Luis Fabiano, depois da festa do menino Lucas.

Aquele São Paulo glorioso marcou a história, foi espetacular, ganhou sobrevida com os títulos do Brasileirão, mas a verdade que nenhum são-paulino quer admitir, mesmo porque é o foco da piada alheia é que nem o Paulistinha, que a gente não liga muito, o time consegue vencer.



Os adversários pegam corda contra o Rogério, mas o que fazer com um time que não possui peças de reposição? Coitado do Rogério, se uma lâmpada não acende no Morumbi, todo mundo põe a culpa nele, tudo o que ele faz ganha uma dimensão muito maior, talvez seja o preço de ser grande, mas se o Denis tivesse no gol, as falhas do time continuariam as mesmas. As reclamações no jogo contra o Corinthians não eram da adiantada e sim da falta de pulso disciplinar do árbitro, mas tudo bem, pode zoar, a gente aguenta. 


Eu não entendo, tem um monte de jogador que no São Paulo não joga nada, é só mudar de time que vira um super jogador e
claro, quer fazer gol no time adversário.

Agora, vem cá: não está na hora da diretoria ser trocada?
Já fizemos até Trilha Sonora pro Juvenal( relembre aqui) e as pessoas querem que a gente aposente o Rogério... 

Nós são-paulinos não vamos desistir não, mesmo porque alguma coisa terá que ser feita para mudar e só pra tranquilizar os adversários, logo, logo, o nosso goleiro se aposenta.

Só uma trilha-sonora nos serve neste momento: "Oração do Tempo" - com imagens do passado glorioso para inspiração.





Oração do Tempo - Caetano Veloso




És um senhor tão bonito
Quanto a cara do meu filho
Tempo tempo tempo tempo
Vou te fazer um pedido
Tempo tempo tempo tempo...
Compositor de destinos
Tambor de todos os rítmos
Tempo tempo tempo tempo
Entro num acordo contigo
Tempo tempo tempo tempo...
Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo
Tempo tempo tempo tempo
És um dos deuses mais lindos
Tempo tempo tempo tempo...
Que sejas ainda mais vivo
No som do meu estribilho
Tempo tempo tempo tempo
Ouve bem o que te digo
Tempo tempo tempo tempo...
Peço-te o prazer legítimo
E o movimento preciso
Tempo tempo tempo tempo
Quando o tempo for propício
Tempo tempo tempo tempo...
De modo que o meu espírito
Ganhe um brilho definido
Tempo tempo tempo tempo
E eu espalhe benefícios
Tempo tempo tempo tempo...
O que usaremos prá isso
Fica guardado em sigilo
Tempo tempo tempo tempo
Apenas contigo e comigo
Tempo tempo tempo tempo...
E quando eu tiver saído
Para fora do teu círculo
Tempo tempo tempo tempo
Não serei nem terás sido
Tempo tempo tempo tempo...
Ainda assim acredito
Ser possível reunirmo-nos
Tempo tempo tempo tempo
Num outro nível de vínculo
Tempo tempo tempo tempo...
Portanto peço-te aquilo
E te ofereço elogios
Tempo tempo tempo tempo
Nas rimas do meu estilo
Tempo tempo tempo tempo...

4 de maio de 2013

Muito Prazer: Juliana, de volta às competições internacionais

Melhor do mundo em 2009/10/11, Ju volta à seleção.
Depois de alguns meses de molho, sob a justificativa de não comparecimento à apresentação oficial da seleção feminina de vôlei de praia, no final de 2012, Juliana finalmente volta a fazer parte do grupo de jogadoras aptas a disputar as competições internacionais (entenda o caso).

Após se separar de Larissa e anunciar Maria Elisa como parceira, Juliana não se apresentou, foi cortada e, até então, não conseguiu manter uma boa regularidade com a nova dupla, até porque estar fora de seleção impedia os treinamentos ao lado de Maria Elisa.

Com a reconvocação, a heptacampeã do Circuito Mundial terá como missão fortalecer o grupo de brasileiras que disputa a competição nesta temporada, que não conseguiu chegar nem ao pódio na etapa de abertura semana passada, em Fuzhou, na China.

Uma punição pesada, mas que teve que ser finalizada por conta de possíveis maus resultados nas próximas etapas e da chuva de críticas por essa manutenção do corte.

Afinal, por mais que as atletas convocadas para essas primeiras duas etapas tenham uma certa experiência, nenhuma parceria reorganizada pelo técnico Marcos Miranda está perto do nível Juliana/Larissa imposto nos últimos anos.

Com o encerramento do Grand Slam da China, nesta madrugada, as atletas voltam ao Brasil e se reapresentam para os treinamentos em conjunto no dia 13 de maio, em Saquarema.

Com a presença de Juliana, a seleção feminina passará a ser formada por 12 atletas: Ágatha, Ângela, Bárbara Seixas, Carolina, Elize Maia, Lili, Maria Clara, Maria Elisa, Rebecca, Taiana e Talita.

E aí, mais um quebra-cabeças na formação das duplas: Juliana formará parceria com Maria Elisa? Neste caso, Ágatha volta a fazer dupla com Bárbara Seixas? E Lili, jogará ao lado de quem?

Palpites?

PS: Maria Clara/Carol e Taiana/Talita se enfrentam logo mais, nas semifinais em Xangai. Pedro Solberg/Bruno Schmitd terminaram em 2º e Ricardo/Álvaro em 3º.

3 de maio de 2013

Você aprende: Saiba mais sobre as lesões no vôlei


Saúde no vôlei e o risco das principais lesões

Quem é fã de vôlei sabe que é bom praticar o esporte, mas é necessário tomar cuidado com o risco de lesões. Um plano de saúde para os jogadores é sempre essencial porque a qualquer indício de dor já devem procurar um médico, mas quem joga apenas por diversão também deve estar ciente destes cuidados.

Recentemente, Mari sofreu uma lesão de ligamento cruzado anterior quando ainda jogava na Turquia e agora se recupera até achar um novo time para disputar. Luca Lóh, um dos principais jogadores da Vivo-Minas, também sofreu uma torção no tornozelo em fevereiro, enquanto Logan Tom, do Rio de Janeiro, se recuperava de uma torção no tornozelo também.

Casos assim acontecem frequentemente porque quem está praticando um esporte está sujeito a passar por estes momentos. Por isso é importante saber que mesmo jogando por diversão você deve conhecer as principais lesões e ficar atento quando algo acontecer durante o jogo.

Principais lesões no vôlei

São diversas as lesões que um atleta pode sofrer no decorrer de um jogo, mas algumas possuem mais incidência e devem ter atenção especial:
 
  • Lesão no tornozelo

De 15 a 60% dos voleibolistas apresentam lesões no tornozelo, mais agravadas quando o atleta pula e toca novamente no solo. Além da instabilidade, ruptura de ligamento e apenas dor no tornozelo fazem parte das lesões que ocorrem mais frequentemente em mulheres de 15 a 19 anos e homens de 30 aos 39 anos.

As lesões mais comuns neste caso são por entorse (torção no tornozelo).

  • Lesão no joelho

Ao saltar, os voleibolistas põem em perigo os ligamentos dos joelhos também devido ao impacto. Os principais casos de lesões nesta área são de ligamentos e tendões, podendo atingir mais atletas na faixa dos 20 a 25 anos que tenham de 2 a 5 anos de experiência no esporte ou façam mais de um turno de treino, o que sobrecarrega mais o joelho.

Este tipo de lesão representa 61% das contusões, estando em segundo lugar.

Lógico que há mais lesões que acontecem no vôlei, mas a dica para evitá-las é sempre usar os equipamentos de segurança quando possível e ficar de olho nos momentos em que precisar pular.

Isto vale tanto para quem joga em quadras quanto na areia, pois há impactos, mas na areia os equipamentos como joelheira e tênis não existem, o que pode agravar mais a lesão, então tenha cuidado redobrado e aproveite para jogar bastante vôlei!

Este texto foi enviado por Guilherme da Luz, editor dos sites Planodesaude.net e Curso de Inglês.

1 de maio de 2013

Coisas que esquecemos #15 - A voz do torcedor

Torcedor ( Blog do Gasparetto)
O esporte é um grande espetáculo sim senhor, não sou atleta, mas imagino que não tenha a mínima graça não ter ninguém pra torcer por você, estar ali, gritar o seu nome e dizer: Vamos lá, eu acredito em você. 

O torcedor é como um fã apaixonado, que faz loucuras, gira os meios de comunicação atrás do seu esporte preferido, do seu cantor, do seu jogador, enfim.. da sua paixão. No Brasil, mesmo em época de globalização e de tanta facilidade nos meios de comunicação, tem gente que não tem acesso ao esporte, lendo o depoimento abaixo eu me pergunto se levam o esporte pra Brasília porque não podem levá-lo para a Bahia, da mesma forma que questiono se Rio e São Paulo podem receber etapas do mundial de Vôlei de Praia, porque Fortaleza e João Pessoa com todo seu amor não podem? 

Coisas de quem precisa fazer política e entenda isso como quiser. 

Recebemos um email, de uma torcedora que acompanha o vôlei indoor, que queria fazer um desabafo, dividimos com vocês as palavras dela. 

Franciele, aí está. 
Um grande abraço em todos!

O direito de todos!

No ano de 2000 eu vivia o auge dos meus 13 aninhos, não conhecia muito de vôlei, afinal de contas  o Brasil é o pais do futebol e para quem mora no interior do Nordeste essa premissa ainda se faz mais verdadeira, uma vez que,  essa é a única opção, pelo menos no meu tempo. Em 1999 conheci de fato este esporte, a pessoa a apresentar esse linda modalidade foi a  minha tia,  que assistia naquela época  algumas partidas de vôlei da seleção masculina, isso, quando a globo decidia fazer o favor de transmite as partidas .
Sou muito grata a minha tia, afinal de contas ela me apresentou e fez, com sua paixão contagiante pelo esporte, torna-me tão apaixonada quanto ela. No ano de 2000, eu conheci a Superliga, a cada partida assistida meu amor ia aumentando. Meu time, bom eu não tinha um time, mas a minha tia tinha uma equipe que era apaixonada, um tal de Minas, que dizia ser o melhor time do mundo. Bom, pra mim, depois de uma temporada de competição ficou provado que o Minas era ó time, e sim o melhor do mundo.
Vencemos aquela superliga de 1999/2000 e mais a de  2000/2001,  2001/2002 e 2006/2007. Minha paixão aumentava a cada partida, a cada ano de emoção. Que lindo que é o esporte, e como ele tem o poder de nos fazer acreditar sempre na vitória, em admirar a técnica. Tornaria a partir de 2000 uma fã louca e frustrada.  Sim, muito frustrada.
Qualquer fã quer ver seu ídolo de perto, quer ver uma partida gritando e incentivando a equipe. Ué, eu também queria sentir esse prazer de ver  uma final de superlia, ou uma  partida da Liga mundial. Mas essa vontade louca, não seria possível, e ainda não é, e isso é o mais chato  da história.
Moro no Nordeste, no interior do Nordeste, um lugar “perto de Salvador,” as condições monetárias por aqui não são  de pobreza, mas não dá também pra visitar a capital mineira e assistir a uma partida de vôlei, tendo que bancar passagem, hospedagem e alimentação. Enfim, não posso ainda ver os meus ídolos, não posso ainda sentir essa emoção que minhas amigas mineiras e cariocas esperam tanto em épocas de competição, cá pra nós como é bonito ver um ginásio lotado com fãs loucamente apaixonados pelo time, gritando, incentivando a todo o momento o time. Eu só sei disso pela TV.
As vezes acho que deveria me conformar, afinal de contas em meu estado não tem nenhuma equipe de vôlei. Mas não me  conformo, porque isso é triste. Porque  vôlei de auto rendimento não deveria ser restrito como privilégio de uma parte da população, essa localizada na região, sudeste e centro-oeste. Porque só tem acesso ao vôlei pessoas que moram nestas regiões. (exceto algumas exceções).
No dia 22/11 de  2012 o jornal folha de São Paulo publicou  em seu site uma reportagem com o título: “Confederação de vôlei quer implantar Superliga itinerante” a matéria dava destaque para a falta de times do Nordeste na maior competição da modalidade  no pais. Até coisa normal. No entanto, algo chamava minha atenção, uma declaração do Senhor presidente da federação internacional dizia:
“Para evitar que apenas duas regiões abriguem jogos do torneio, a entidade pretende implantar uma Superliga itinerante. Para popularizar ainda mais o vôlei, vamos viajar pelo Brasil. É preciso pensar não só no lado esportivo, mas também do marketing. Muitas empresas querem expor suas marcas em novos mercados O Estado que quiser um jogo da Superliga só precisa nos ligar que vamos levar”.
Ual, viva ao Ary, viva a CBV. Tá bom, isso ainda não aconteceu e não será nessa temporada que vou assistir a uma partida do Minas, para minha tristeza passarei mais uma temporada e continuarei frustrada por não ver meus ídolos, por não acompanhar uma partida..
O que quero dizer com esse texto, falando da minha paixão e do meu amor pelo Minas, que hoje divide o meu coração com o time do Sada/Cruzeiro a quem admiro muito. É que, além da torcida mineira, carioca, paulista, existe um monte de outras  torcidas. Torcedores que não tem condições pra viajar, torcedores apaixonados que querem ver seus times de perto, que querem torcer,  ver um jogo em seu  estado. E isso deveria ser garantido pela confederação, afinal de contas somos um só país, mas no vôlei, parece que Brasil é igual a Rio, São Paulo e Minas.
Franciele Viana 
( Vôlei Nordeste)




29 de abril de 2013

Vôlei de praia : Etapa estranha, com duplas... esquisitas?


Depois de um Circuito Banco do Brasil espetacular quase não ouvimos falar em Pedro Solberg e Bruno Scmicht e encontramos Ágatha sem Barbara Seixas, porque esta jogava com Lili, enquanto a primeira jogava com Maria Elisa, tudo porque a melhor jogadora da temporada Juliana, não está na seleção feminina, por outro lado pudemos nos animar com a 2ªetapa que Ricardo e Alvaro Filho jogaram juntos.

Mesmo assim, Talita/ Taiana e Maria Clara/ Carol não foram brilhantes, como também não foram Vitor Felipe/ Evandro e Hevaldo/ Thiago, dando a eles o devido desconto pelo  inicio da temporada. 

1- Agatha e Maria Elisa e 2- Lili e Barbara ( Facebook Agatha e Barbara Seixas)

O que se viu na China foram perguntas ( ou dúvidas se você preferir) o primeiro grande questionamento é sobre essa seleção, separar as duplas que treinam para virar um time colocando-as em lados opostos é realmente a melhor estratégia? Ter um único treinador para todas elas é inteligente? Dar nas mãos de alguém, por melhor e mais bem intencionada que essa pessoa seja, a incumbência de escolher as duplas que representarão o país no Mundial é melhor do que deixar que as elas conquistem seu lugar no ranking e no Circuito com seu vôlei jogado e brigado?


De verdade, eu duvido.

Será que se Agatha e Barbara Seixas, com seu técnico – os três juntos, não teriam ido mais longe?

Será que se Juliana estivesse ao lado de Maria Elisa elas não teriam ido melhor?

Será que Rebecca não ganharia maturidade, jogo de cintura e levaria Lili ao pódio do seu lado?

Márcio, Harley e Benjamim estavam muito bem posicionados no ranking e agora não foram nem lembrados e daqui pra frente?

E os treinadores que ficaram sem quem treinar com a seleção? 
Só perguntas e saudades por enquanto. 

Bom, vem aí o 1ºGrand Slam, vamos ver como será

Valeu a estreia de Ricardo e Alvaro Filho, que eles melhorem!

Classificação final dos brasileiros ficou assim:
Masculino:
4ºlugar - Ricardo e Alvaro Filho
5ºlugar - Pedro Solberg e Bruno
9ºlugar - Vitor Felipe/ Evandro
25ºlugar - Hevaldo/ Thiago


Feminino:
5ºlugar - Maria Elisa/ Ágatha
5ºlugar - Bárbara Seixas/ Lili
9ºlugar - Talita/ Taiana
Maria Clara/ Carol foram eliminadas no Qualifyng



24 de abril de 2013

Trilha Sonora - Vôlei de praia - Encontros e despedidas

Franco - CBV

Larissa - CBV

Pedro Cunha
Ah... essas idas e vindas
É tão estranho o Vôlei de praia sem Larissa, sem Franco, sem Pedro Cunha.
Aqueles nomes que a gente estava acostumado a gritar e mais alguns que se tornaram símbolos do vôlei de praia, como a Shaylyn.
Nomes que nos representaram mundo afora como a Renata
É verdade que a fila anda.
É verdade que o tempo passa
Também é verdade que uns vão e outros vêm
É assim que a gente comemora o auge de Bruno Scmith
Que vibramos( e muito!) com a consagração de uma dupla que conquistou o coração de todos Ágatha e Bárbara Seixas
Conhecemos também a Rebecca que promete muito
Aprendemos a ficar de olho em Alvaro Filho e Vitor Felipe



Shaylyn ( Globoesporte.com)

Não esquecemos quem já nos fez muito feliz ( ainda prometem fazer mais) como Emanuel, Ricardo, Alison, Juliana, Talita, Maria Elisa
...agora se não ter Larissa foi estranho
... ver Pedro Cunha se aposentar num momento que tinha tudo para ser dele, foi mais estranho ainda
Fica um grande vazio não ter Franco
Sempre tivemos ele, ele esteve presente em todos os momentos e agora, ele se aposentou....
É por essas e outras que a nossa Trilha Sonora da semana é Encontros e despedidas, afinal " - Tem gente que chega pra ficar e tem gente que vai pra nunca mais voltar..."




Renata - ( Esporte Site)

Encontros E Despedidas ( Compositor: Milton Nascimento Fernando Brant)



Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço, venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero
Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro
É também de despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida

Agatha e Bárbara Seixas - Campeãs do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia 2012/2013

22 de abril de 2013

Vôlei de Praia: A hora e a vez de Ágatha e Bárbara Seixas


A paranaense Ágatha e a carioca Bárbara Seixas conquistaram o Circuito Banco do Brasil - Temporada 2012/2013 nesta última etapa realizada de 19 a 21 de abril em Brasília. 

Ágatha e Barbara não venceram apenas o campeonato brasileiro, juntas construíram passo a passo essa vitória, com dedicação, treino forte, confiança e muita simplicidade. 

A gente sabe quando alguém é realmente querido quando você vê todo mundo torcendo a favor, é aquela pessoa que faz a diferença com sua personalidade, carismas que entram em quadra e colocam o torcedor a seu favor, jogando junto, quando aquele sentimento de " Caramba, que legal! " aparece, mesmo que você não tenha assistido o jogo, somente por ter acompanhado a trajetória, a história e o crescimento. 

Por outro lado, o vôlei de praia busca uma nova musa, afinal Larissa está afastada das areias e o brasileiro quer alguém para se identificar, esse lugar vago, ainda não tem dono apesar de toda a torcida por Juliana, Maria Elisa, Taiana e Talita e outras meninas. É a busca da química com alguém que desperte algo diferente e confesso que Ágatha faz isso como ninguém, ela se dirige as pessoas como se todos fizessem parte da vida dela a anos, exemplo do casamento da atleta celebrado pelos fãs nas redes sociais com orações e desejos de felicidade. 

História bacana dessa dupla que como eu disse acima, veio devagar para acelerar no final, parecia competição de natação que os primeiros metros você não deixa o adversário ir embora, mas não fica na frente, mas quando vai chegando no final, você dá tudo de si, assim fizeram elas:  Até a etapa de Fortaleza (CE), Ágatha e Bárbara Seixas estavam em terceiro lugar no ranking. De lá para cá, conquistaram as três últimas etapas do Circuito, em João Pessoa (PB), Maceió (AL) e, agora, em Brasília (DF) - merecem nosso aplauso.

Ágatha
“Que reta final! É um sentimento de alívio, de alegria, da sensação de um trabalho bem feito. Tudo valeu a pena para chegarmos até este momento. Brasília agora ficará para sempre no meu coração. Foi uma delícia essa etapa. Conseguimos manter a concentração e a regularidade. Queria agradecer a toda comissão técnica e especialmente a Babi (Bárbara), que, além de ser uma parceira de qualidade, é uma grande amiga”, declarou Ágatha, eleita a melhor jogadora da final.



Bárbara
“Nossa comissão é uma família. Somos muito gratas a cada um deles, que fizeram um trabalho maravilhoso para que pudéssemos chegar a esse nível. Mas tenho que fazer um agradecimento especial a Ágatha, que é uma jogadora de força, de raça e muita técnica, que cresceu demais nessa temporada. Seremos rivais no Circuito Mundial, mas o importante é representar bem o Brasil e fazer um bom papel lá fora também”, comentou Bárbara, que, pela seleção, forma dupla com Lili, enquanto Ágatha fará parceria com Maria Elisa.


Fotos: Fernando Elias - ( CBV- oficial)

20 de abril de 2013

Muito Prazer: entrevista com jogador Billy, do vôlei de praia

Billy concorda com seleção, mas aponta falhas na ideia.
Olá, leitores do Apenas Um Ponto Esportivo. Publico aqui na coluna Muito Prazer hoje uma entrevista cheia de declarações fortes, coerentes e verdadeiras.

Com o novo critério adotado no vôlei de praia, em que cada país passa a contar não mais com duplas isoladas, mas com seleções, muitos atletas não convocados ficarão sem a chance de disputar as tradicionais competições internacionais, como Circuito Mundial e Copa do Mundo de Vôlei de Praia.

Um dos poucos que aceitam comentar sobre o assunto publicamente, o capixaba Billy, parceiro do atual campeão brasileiro Bruno Schmitd por duas vezes, mostra-se preocupado com o futuro da modalidade. Corajoso, o atleta aceitou dar uma entrevista ao blog Primeiro Set e suas respostas dão uma dimensão de como anda o clima entre entidades e atletas. Confira:

A partir deste ano, a participação em competições mundiais vai depender das convocações para as seleções. E você não está na lista dos atletas chamados. Diante disso, quais seus planos? Com o encerramento do CBBVP e com o retorno marcado só para agosto, o que você planeja disputar nesse período?
Bem, final de agosto, né? Quase setembro e isso são praticamente 5 meses sem competir. Complicado...Eu joguei ano passado nos EUA e foi muito bom. Talvez retorne para lá esse ano.

Ainda sobre o novo critério: alguns atletas defendem a manutenção da seleção de vôlei de praia, mas defendem também que nenhuma dupla seja impedida de disputar o Circuito Mundial, desde que essas parcerias arquem com as despesas por conta própria. Você concorda com esse pensamento?
Acho muito legal esse lance de seleção brasileira. Mas estão fazendo de maneira errada. Acho que cada time tem que treinar com sua comissão técnica e ser coordenado por apenas um técnico durante o mundial. Imagina dois atletas, um time, com seu técnico, preparador físico, etc.. Já trabalham juntos há muito tempo e o conhecimento da forma de trabalho é grande. De repente, você pega um cara que nunca te treinou, técnica ou fisicamente, e que pode comprometer o rendimento seu ou do time. Quem perde é o Brasil! Eles acham que é indoor, mas não é. E nunca vai ser. E impedir que alguém jogue o Circuito Mundial ou outra competição não entra na minha cabeça. O Márcio acabou em quarto lugar ano passado no ranking do mundial. E agora não vai? Ele tinha que ir. Se algum atleta, por mérito, conseguisse melhores resultados e melhor pontuação que ele, então ele sairia. E pelo que sei, muita gente já foi pro mundial custeando suas próprias despesas. Então nesse ponto não iria mudar muita coisa.

Você é um dos poucos atletas que vem demonstrando publicamente sua insatisfação contra os novos sistemas adotados por CBV e FIVB. Você não teme o risco de represálias?
Não e nunca vou ter medo. O que eles vão fazer? Isso é baixo. Pelo que sei, vivemos num país em que a liberdade de expressão é permitida e aceita, certo? Dei a minha opinião e vou continuar dando. Não concordo com o que estão fazendo. Eles precisam entender que não é fazendo mal ou prejudicando um atleta aqui ou ali é que vai resolver alguma coisa. Eles já estão fazendo um grande mal para o esporte! Você diria para um adolescente hoje que o vôlei de praia é uma carreira promissora ? Então! Espero sinceramente que alguma coisa mude, e rápido, pelo bem do esporte.

Muitos jovens, como Evandro, Daniel Lazzari e Brian, foram convocados com a ideia de amadurecê-los para as próximas Olimpíadas. Por outro lado, veteranos, como Márcio, Harley, Fábio Luiz e Benjamin, estão fora dos planos da CBV. Você concorda com o raciocínio? 
Acho que esses jovens poderão ser grandes atletas. Todos têm potencial. Mas ninguém evolui se não passar por dificuldades. Quer ajudar? Dê passagens, hospedagens, etc.. Mas tem que ralar, vir de baixo. Veja o Alison: é o nosso cara hoje na seleção. Nossa grande chance de medalha pra 2016. Ralou muito e isso fez ele evoluir. Evoluiu por mérito dele. Pergunte a esses aí que você citou como foi o começo deles. Qualifying, ralação um, dois, três anos. O Harley foi melhor jogador do mundo duas vezes e está fora. O Benjamin é o atleta mais inteligente do Brasil para jogar vôlei de praia atualmente e não está. O Fábio Luiz merecia uma chance. Não desmerecendo os demais, mas ninguém leva pra guerra quem ainda não sabe atirar direito.

Para quem quiser acompanhar a entrevista na íntegra, assim como se informar sobre todas essas mudanças no vôlei de praia, faço o convite para vocês darem uma passada no Primeiro Set.

Abraços e até o próximo Muito Prazer!


6 de abril de 2013

Muito Prazer: melhores da temporada 2012/13 do vôlei de praia

Pedro Solberg e Bruno Schmitd têm cinco indicações cada.
Oi, pessoal! Andei um pouco sumida aqui do Apenas Um Ponto Esportivo, mas, como diria o ditado, quem é vivo sempre aparece.

E em breve, nós seremos apresentados aos melhores atletas da temporada 2012/13 do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia, competição que se encerrará neste mês, em Brasília.

Com a mudança do calendário de disputas do campeonato nacional, a escolha dos melhores atletas de vôlei de praia da temporada, que tradicionalmente deveria acontecer no final do ano, iniciou essa semana.

São três indicações em cada uma das oito categorias. No masculino, Pedro Solberg e Bruno Schmitd, campeões por antecipação, merecidamente são os mais indicados.

No feminino, com a aposentadoria de Larissa, com as várias trocas de parceria e uma quebra no campeonato em dezembro, a disputa promete ser mais equilibrada.

O detalhe negativo é a ausência da categoria de melhor técnico, uma indicação justa, importante e necessária, que não deveria ter saído da lista.

A escolha desse ano é aberta ao público e os votos serão contalizados no site da CBV.

Confira os concorrentes:

MASCULINO

Revelação:
Álvaro Filho
Guto
Luciano

Melhor Levantamento:
Bruno Schmidt
Oscar
Pedro Solberg

Melhor Recepção:
Bruno Schmidt
Pedro Solberg
Ricardo

Melhor Bloqueio:
Alison
Pedro Solberg
Ricardo

Melhor Saque:
Bruno Schmidt
Evandro
Harley

Melhor Defesa:
Álvaro Filho
Bruno Schmidt
Emanuel

Melhor Ataque:
Alison
Pedro Solberg
Ricardo

Melhor Jogador:
Bruno Schmidt
Pedro Solberg
Ricardo

FEMININO

Revelação:
Ágatha
Natasha
Thaís

Melhor Levantamento:
Larissa
Rebecca
Taiana

Melhor Recepção:
Bárbara Seixas
Maria Elisa
Shaylyn

Melhor Bloqueio:
Juliana
Lili
Talita

Melhor Saque:
Ágatha
Bárbara Seixas
Maria Elisa

Melhor Defesa:
Maria Elisa
Rebecca
Taiana

Melhor Ataque:
Juliana
Larissa
Rebecca

Melhor Jogadora:
Ágatha
Juliana
Larissa

E aí, quais são os palpites de vocês?

Foto: Maurício Kaye/CBV
 

17 de março de 2013

Pedro Cunha deixa o vôlei de praia e aumenta as perguntas no esporte



Primeiramente eu preciso pedir desculpas pela ausência, o dia a dia tumultuado, a vida de concurseiro e tantas outras coisas acabem nos afastando dos nossos hobbys, eu não consegui nem terminar a Retrospectiva 2012, por isso também não falei da Larissa e da sua separação da Juliana, também não falei da Renata, nem da confusão com a mudança das regras no mundial e acabou tudo isso culminando com a aposentadoria do Pedro, aos 29 anos de idade. Não sei quando o blog voltará ao normal, mas sempre vou voltar, acreditem( risos). 

Boa sorte Pedro Cunha, sucesso sempre! 

 A primeira vez que eu ouvi falar no Pedro ele ainda era parceiro do Franco, um jogador firme, inteligente, com uma visão de jogo peculiar, lamentei não tê-lo visto jogar pessoalmente naquele ano, se não me engano no mesmo em que aconteceu os Jogos de Pequim. De lá pra cá, eu o vi lutar como um gigante contra o seu corpo que teimava em lhe pregar peças, ficando por 2 vezes "fora de jogo" devido a contusões. Lembro-me de ter enviado um email desejando boa sorte na recuperação. 

Com Franco - Campeão em 2007

Quando todos achavam que não daria mais pra ele, ele voltou cheio de força, vencendo o Circuito Banco do Brasil ( Muito prazer, Pedro Cunha. Campeão brasileiro de vôlei de praia)  ao lado de Thiago( Vôlei de Praia - Confirmado: Thiago e Pedro Cunha são os campeões nacionais do ano), sendo admirado por suas defesas, estando em todos os cantos da quadra, literalmente voava atrás da bola. 

Quem acompanha o vôlei de praia viu também Pedro se unir por duas vezes ao outro Pedro, o Solberg, união que nunca foi um casamento perfeito, o segundo Pedro não estava disposto a esperar o primeiro a se recuperar para voltar a ter condições de jogo nas duas oportunidades que teve que se cuidar, algo que pegou muito mal e viria a separar os dois para futuras parcerias. 

Com Thiago, campeão em 2010.

O destino, porém, é sempre muito caprichoso, quando Cunha voltou da última contusão, perto dos jogos de Londres, seu parceiro naquela oportunidade, Solberg estava com Ricardo, e os outros jogadores estavam todos muito bem com seus parceiros, um acontecimento triste e comprovadamente errôneo acusou Solberg de doping, que foi suspenso até a história se resolver, sem ter com quem jogar Ricardo convidou Cunha e a química entre os dois foi imediata, juntos venceram a corrida olímpica e trouxeram a última vaga para o Brasil. 

Pedro e Ricardo ficaram em 5ºlugar em Londres, perdendo seu jogo das quartas-de -final para os alemãs Brink/Reckermann que viriam a ser campeões. Depois dos jogos, Pedro dava sinais de desmotivação, mas surpreendeu a todos com o anúncio da aposentadoria. 

Ao lado de Ricardo, uma parceria que deu certo
Afirmou estar certo de sua decisão, o parceiro Ricardo( parceiro de verdade é assim) entendeu os motivos e deu uma declaração que me tocou e resumiu tudo isso, dizia sobre não vê-lo mais jogando, como tudo isso era estranho, não era terminar uma parceria apenas, era não estar mais com a pessoa no dia a dia, compartilhando de suas qualidades e defeitos. 

Pedro sempre foi fechadão, sério, marrento, mas sempre tratou nós aqui do blog( eu e a Juliana) muito bem, entrevistas, informações, ou simplesmente agradecendo a torcida. Não sei quem virá, se teremos bons defensores para a posição nos jogos do Rio de Janeiro, se Emanuel chega lá, se Harley e Márcio não terão chances na Seleção, Bruno vem crescendo, mas tudo ainda é pergunta, poucas são as respostas.

Com Ricardo, Juliana e Larissa - Desafio 4x4 Bra X EUA
Certeza é que um jogador inteligente e batalhador, que treinava com vontade e capaz de se reinventar sempre é muito dificil, poucos lutam para dar a volta por cima em casos como os que ele enfrentou, por isso, podem anotar que o Brasil sentirá falta de Pedro Cunha, principalmente sabendo que ele poderia muito mais. 

Eu tive a oportunidade de vê-lo jogar pessoalmente uma vez no Guarujá - SP e outra em Fortaleza - CE sensacional, valeu a pena demais, por isso virei torcedora.

Ontem, dia 16/03/2013 Pedro fez sua última partida oficial, pelo Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia, em Maceió - Boa sorte, Pedro. Que Deus o acompanhe e ilumine na vida. 

... e como diziam nas novelas de época: " até mais ver"

26 de janeiro de 2013

Memórias de 2012 #25: O Adeus – Mais uma dupla se separa, Talita/Maria Elisa

Tal como Juliana e Larissa, Talita e Maria Elisa terminam 2012 com novos planos para o futuro

Se 2011 acabou sendo marcado pelas várias trocas de parceria no vôlei de praia masculino, em 2012 foi a vez das mulheres repetirem o feito.

Depois de um modesto 9º lugar nos Jogos Olímpicos de Londres (modesto pelo fato das brasileiras terem voleibol para disputarem, no mínimo, o bronze!) e da brecha deixada por Larissa após o anúncio de sua aposentadoria, a parceria Talita/Maria Elisa também chegaria ao fim.

Juntas desde 2009, Talita/Maria nunca brilharam tanto quanto as "concorrentes" nacionais, mas nem por isso passaram em branco na história do vôlei de praia brasileiro.

Bronze na Copa do Mundo 2009, campeãs brasileiras também em 2009, vice-campeãs do Circuito Mundial 2009 e 2010, campeãs da etapa brasileira do tour mundial em 2012, disputada em Brasília, e pedras no sapato de Walsh/May, Kessy/Ross, Zhang Xi/Xue e das próprias Juliana/Larissa em algumas etapas internacionais.

Fim de ciclo olímpico, fim de parceria e novos desafios individuais pela frente. Maria Elisa tentará a sorte ao lado de Juliana e Talita ao lado de Taiana.

Mesmo que sejam adversárias de agora pra frente, os bons resultados, a garra, a alegria e o carinho entre as ex-parceiras devem dar um tom de muito respeito e saudosismo entre elas.





25 de janeiro de 2013

Memórias de 2012 # 24 - Os trapalhões

 O Flamengo de Patrícia Amorim é campeão
 

Aconteceu tanta coisa no Flamengo em 2012 que eles ganharam uma Trilha Sonora especial, texto que eu reproduzo para vocês na íntegra, porque vale a pena ler de novo, para conferir a música e o vídeo cliquem no link. 

Trilha Sonora - Ronaldinho e os trapalhões

Salve, galera! Hoje o post será nostálgico
Didi, Dedé, Mussum e Zacarias. Que saudades desse grupo!! Uma amiga minha disse recentemente que Didi e Dedé sem Mussum e Zacarias é igual ao Two and a half men sem o Charlie Sheen. E é verdade. Ver o programa do Renato Aragão hoje é quase um sofrimento, por mais que o Didi Mocó ainda tenha muito crédito na praça.

Mas vamos parar com essa viagem ao passado, porque esse blog é de esportes, e até agora não teve nada disso.

Hoje venho falar de outros trapalhões. Liderados pela presidenta Patrícia Amorim, eles vêm fazendo uma pixotada atrás da outra, e se não fosse trágico, seria cômico. Ronaldinho chegando de ressaca no treino e levando mulher para a concentração. Luxemburgo colocando espião atrás dele. Assis roubando camisas da loja do Fla com o argumento "não pagam meu irmão, então não vou pagar as camisas". Adevogado (sim, escrito errado mesmo, de propósito) dizendo que tem exame comprovando que o Dentuço tinha álcool no organismo e depois o exame desaparece misteriosamente (até chegar o grande Doutor Runco e acabar com a palhaçada). E eu podia completar com o presidente do Galo e a sua contratação do século, mas isso fica para depois.

Pois é, parece mesmo roteiro de comédia pastelão. Mas tudo isso culminou com a saída do Luxa e agora do Ronaldinho, e de um grande abalo na diretoria, que provavelmente vai ser refletido num fracasso na tentativa de reeleição. E mais cabeças devem rolar em breve.

Agora vamos para o que importa mesmo nessa coluna: música. Vamos ouvir (e ver, claro) a abertura (duas delas) de "Os Trapalhões". Os verdadeiros, porque esses lá da Gávea, ninguém quer ver, não é mesmo?

Saudações Musicais,
Rafs


24 de janeiro de 2013

Memórias de 2012 # 23 - Amigos

O aniversário do Apenas um Ponto esportivo foi com muitos amigos


Em 2012 comemoramos 3 anos de blog, sorteamos prêmios da 3Brio, Editora Sextante e da Audio livro editora, somos muito gratos pela parceria. 

Além de tudo isso tivemos posts especiais escritos por Ana Sofia Cavalcante, Ricardo Fernandes, Ana Carolina Sakurá, Persio Presotto, Karina Zanela, Roberto Júnior, Edson Muniz, Guilherme da Luz e Adriano Berger 

Os postos foram divulgados de um pro outro e neste círculo blogueiro esse espaço foi um pouco mais charmoso, não que Juliana Neto e Rafael Amaro( Rafs) não façam isso sempre que aqui escrevem, mas sempre é bom receber os amigos em nossa casa. 

Sempre que quiserem, o espaço é de vocês!

Os amigos de 2012 e de sempre, lógico, né?

Para reler: 

Olimpíadas de Pequim - Fortes emoções - Ana Sofia Cavalcante
Muito prazer especial, Juliana e Larissa # 3 - Karina Zanela
Esporte e Cidadania - pra você conhecer - Edson Muniz
Qual é o seu time favorito para vencer a Eurocopa? Guilherme da Luz
Coisas que esquecemos #12: A gente se encontra aqui - Ana Carolina Sakurá, Persio Presotto
Coisas que esquecemos #11 - Você é mais que um Vencedor. Você é Inspirador! Adriano Berger
Trilha Sonora Especial - A essência do futebol, a essência da vida...Roberto Júnior

EXERCÍCIO MENTAL: Viver sem futebol Ricardo Fernandes

 

 


23 de janeiro de 2013

Memórias de 2012 # 22 - A volta por cima

Pedro Solberg brigou para ir a Londres, não era a sua vez, passado esse momento ele começa nova parceria com Bruno Schmit e é líder do ranking nacional


Nós aqui acompanhamos de perto a briga olímpica no vôlei de praia masculino, se tínhamos Alison/ Emanuel garantidos, tínhamos também Ricardo e Pedro Cunha como a única dupla capaz( pelas regras) de assegurar a segunda dupla na competição, mas a CBV poderia escolher outra dupla para representar o Brasil conforme o polêmico critério divulgado. 

E no meio de tudo isso tínhamos o Pedro Solberg que é um excelente jogador, muito técnico, competitivo e que havia sido duramente injustiçado com a acusação de doping no final de 2011, ao voltar em 2012 o tempo tinha lhe escorrido pelos dedos para sonhar com Londres, mesmo assim, num inconformismo próprio dos jovens, dos sonhadores e daqueles que desejam ser grandes ele lutou muito, toda essa pressão o fez até falar demais em alguns momentos, mas tudo isso é coisa do passado. 

Acho eu, que ele deve ter respirado fundo, montado uma estratégia e repensado como seria daqui pra frente, deu certo, junto com o Bruno eles estão voando, é muita técnica num único time e digno de tirar o chapéu, mas, mais do que isso é bacana ouvi-lo falar, dizer que quer jogar, quer dar o seu melhor, quer se divertir e que o resto é consequencia e que consequencia linda. 

Muitas vezes é preciso recomeçar de forma diferente, vale no esporte e na vida também. 

Pedro Solberg - a volta por cima de 2012

Ps. Pedro e Bruno acabam de vencer a primeira etapa de 2013 - em Fortaleza. Sensacional!